quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Amsterdã

Amsterdã é sem dúvida uma das cidades mais encantadoras que já visitei. Bela em qualquer estação do ano (mas um pouco mais na primavera), amsterdã é encantadora com as suas tradicionais casinhas verticais, com seus canais, suas ciclovias, com seus inúmeros museus, com sua organização.

De cara, é importante saber que a cidade é dominada pelas bicicletas. As bicicletas são usadas por quase todos. Há ciclovias por toda a cidade, e é mais provável que você possa ser atropelado por uma bike em amsterdã do que por um carro (quase aconteceu comigo inclusive! hahaha). Em qualquer bairro, pode-se observar os estacionamentos de bicicleta quase sempre lotados.
Não bastasse a cidade ser incrível para os ciclistas, ela ainda tem um transporte público muito eficiente. Os trans (bondes) são modernos e te levam para quase toda a cidade. Além disso, também não é incomum ver veículos elétricos e carregadores para estes veículos nas principais avenidas da cidade. Isso que é um lugar sustentável.
Amsterdã e suas bicicletas


Não me hospedei na principal zona turística, pois precisava economizar um pouco. Porém com toda essa facilidade de transporte, não tive qualquer dificuldade em me locomover pela cidade.

No primeiro dia, ignoramos o frio do inverno holandês começamos pelo belíssimo bairro de Jordaan. Lá, visitamos o museu da Anne Frank, que fica na casa onde a mesma se morava e se escondia. Nesta casa, ela escreveu os diários com os relatos que emocionaram o mundo descrevendo a sua vida de refugiada judia durante a segunda guerra. A visita emociona e vale a pena.  Porém, recomendo que compre os ingressos pela internet para já ter acesso direto ao museu, sem pegar a longa fila que se faz em frente a ele todos os dias.
O belo bairro de Joordan



O museu de Anne Frank

Saindo de lá, fomos ao Museu da Heineken Experience. Um museu interativo, divertido. Vale muito apena para os amantes da famosa cerveja holandesa. Perto do museu, no bairro de De Pijp, recomendo muito a visita ao Albert Cuypmarkt, a maior feira a céu aberto da Europa. Òtima oportunidade de comprar umas bugigangas e comer um delicioso waffle ou stroopwafel (o famoso doce holandes composto de waffle e caramelo).
Heineken Experince por dentro

Albert Cuypmarkt

Os deliciosos Waffles

Heineken Experience por fora


No segundo dia, fomos à Museuplein, a famosa praça dos Museus, que é uma belíssima áreas verde cercada pelos maiores museus da cidade: Van Gogh, Stedelijk e principalmente o Rijksmuseum, que tem o maior acervo do país. Em frente ao Rijksmuseum a famosa placa de "Iamsterdam". Em frente a ela, há um lago (que vira pista de patinação no inverno). Como a placa está sempre lotada, deixo a dica: existe outra dessa em frente ao Aeroporto, bem menos lotada e mais tranquila para se tirar uma foto. Aproveitamos a ida entre os museus para curtir um tempo na praça, que é bem gostosa. Aparentemente, o pessoal gosta bastante de fazer isso também. 

Van Gogh

Van Gogh

Rijksmuseum

Rijksmuseum


Após isso, fomos até a Estação Centraal, construída no final do século XIX, com estilo neorrenascentista. È de lá que chegam e partem os trens de amsterdã para outras partes da Europa.  No caminho da estação passamos pelo Red Light District, o "Distrito da Luz Vermelha", conhecido pelas garotas de programas que ficam em vitrines.

A prostituição é uma profissão legalizada na cidade, com todos os direitos sociais incluídos. Mas ao contrário do que se possa imaginar, o distrito não é barra pesada. As vitrines com as profissionais dividem espaços com estabelecimentos comerciais e até igreja. Coisas que a gente só vê em Amsterdã. Porém, não é permitido tirar fotos das vitrines. Elas não gostam, e podem até tentar tomar sua câmera.

Passeio de barco pelos canais

Estação Centraal


Outra particularidade de Amsterdã são os Coffee Shops, onde a venda e consumo da maconha é legalizada (porém restrita aos Coffee Shops). Esses lugares passam desapercebidos pelos locais, mas sempre chamam a atençaõ dos turistas.

Para finalizar o dia, fizemos um passeio de barco noturno pelos canais da cidade. O passeio é uma forma interessante de se conhecer boa parte da cidade por outra perspectiva, e tem guia d e áudio em várias linguas explicando sobre os pontos e a origem de Amsterdã, incluindo guia em Português.

No último dia, fomos à Dam Square, praça mais importante da cidade, rodeada de edifícios históricos, como o Palácio Real. No centro da praça há também um Obelisco de 22 metros construído em homeangem aos holandeses falecidos na segunda guerra mundial.
Por fim, fomos no museu de cera Madame Toussauds, aquele passeio clichê, brega, mas sempre muito divertido.

Dam Square

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