Amsterdã é sem dúvida uma das cidades mais encantadoras que já
visitei. Bela em qualquer estação do ano (mas um pouco mais na
primavera), amsterdã é encantadora com as suas tradicionais casinhas
verticais, com seus canais, suas ciclovias, com seus inúmeros museus,
com sua organização.
De cara, é importante
saber que a cidade é dominada pelas bicicletas. As bicicletas são usadas
por quase todos. Há ciclovias por toda a cidade, e é mais provável que
você possa ser atropelado por uma bike em amsterdã do que por um carro
(quase aconteceu comigo inclusive! hahaha). Em qualquer bairro, pode-se
observar os estacionamentos de bicicleta quase sempre lotados.
Não
bastasse a cidade ser incrível para os ciclistas, ela ainda tem um
transporte público muito eficiente. Os trans (bondes) são modernos e te
levam para quase toda a cidade. Além disso, também não é incomum ver
veículos elétricos e carregadores para estes veículos nas principais
avenidas da cidade. Isso que é um lugar sustentável.
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| Amsterdã e suas bicicletas |
Não
me hospedei na principal zona turística, pois precisava economizar um
pouco. Porém com toda essa facilidade de transporte, não tive qualquer
dificuldade em me locomover pela cidade.
No
primeiro dia, ignoramos o frio do inverno holandês começamos pelo
belíssimo bairro de Jordaan. Lá, visitamos o museu da Anne Frank, que
fica na casa onde a mesma se morava e se escondia. Nesta casa, ela
escreveu os diários com os relatos que emocionaram o mundo descrevendo a
sua vida de refugiada judia durante a segunda guerra. A visita emociona
e vale a pena. Porém, recomendo que compre os ingressos pela internet
para já ter acesso direto ao museu, sem pegar a longa fila que se faz em
frente a ele todos os dias.
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| O belo bairro de Joordan |
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| O museu de Anne Frank |
Saindo de lá, fomos ao
Museu da Heineken Experience. Um museu interativo, divertido. Vale muito
apena para os amantes da famosa cerveja holandesa. Perto do museu, no
bairro de De Pijp, recomendo muito a visita ao Albert Cuypmarkt, a maior
feira a céu aberto da Europa. Òtima oportunidade de comprar umas
bugigangas e comer um delicioso waffle ou stroopwafel (o famoso doce
holandes composto de waffle e caramelo).
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| Heineken Experince por dentro |
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| Albert Cuypmarkt |
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| Os deliciosos Waffles |
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| Heineken Experience por fora |
No
segundo dia, fomos à Museuplein, a famosa praça dos Museus, que é uma
belíssima áreas verde cercada pelos maiores museus da cidade: Van Gogh,
Stedelijk e principalmente o Rijksmuseum, que tem o maior acervo do
país. Em frente ao
Rijksmuseum a famosa placa de "Iamsterdam". Em frente a ela, há um lago
(que vira pista de patinação no inverno). Como a placa está sempre
lotada, deixo a dica: existe outra dessa em frente ao Aeroporto, bem
menos lotada e mais tranquila para se tirar uma foto. Aproveitamos a ida
entre os museus para curtir um tempo na praça, que é bem gostosa.
Aparentemente, o pessoal gosta bastante de fazer isso também.
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| Van Gogh |
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| Van Gogh |
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| Rijksmuseum |
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| Rijksmuseum |
Após
isso, fomos até a Estação Centraal, construída no final do século XIX,
com estilo neorrenascentista. È de lá que chegam e partem os trens de
amsterdã para outras partes da Europa. No caminho da estação passamos
pelo Red Light District, o "Distrito da Luz Vermelha", conhecido pelas
garotas de programas que ficam em vitrines.
A
prostituição é uma profissão legalizada na cidade, com todos os
direitos sociais incluídos. Mas ao contrário do que se possa imaginar, o
distrito não é barra pesada. As vitrines com as profissionais dividem
espaços com estabelecimentos comerciais e até igreja. Coisas que a gente
só vê em Amsterdã. Porém, não é permitido tirar fotos das vitrines.
Elas não gostam, e podem até tentar tomar sua câmera.
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| Passeio de barco pelos canais |
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| Estação Centraal |
Outra
particularidade de Amsterdã são os Coffee Shops, onde a venda e consumo
da maconha é legalizada (porém restrita aos Coffee Shops). Esses
lugares passam desapercebidos pelos locais, mas sempre chamam a atençaõ
dos turistas.
Para finalizar o dia, fizemos
um passeio de barco noturno pelos canais da cidade. O passeio é uma
forma interessante de se conhecer boa parte da cidade por outra
perspectiva, e tem guia d e áudio em várias linguas explicando sobre os
pontos e a origem de Amsterdã, incluindo guia em Português.
No
último dia, fomos à Dam Square, praça mais importante da cidade,
rodeada de edifícios históricos, como o Palácio Real. No centro da praça
há também um Obelisco de 22 metros construído em homeangem aos
holandeses falecidos na segunda guerra mundial.
Por fim, fomos no museu de cera Madame Toussauds, aquele passeio clichê, brega, mas sempre muito divertido.
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| Dam Square |



















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